sábado, 18 de dezembro de 2010
Comer, rezar, amar... LER!
Gente do céu, que livro bom. Não sou, digamos, fiel de nenhuma religião, mas, concordo que a busca por si mesmo é um tema eterno nas questões humanas.
Ah, senti na minha pele a liberdade da autora assim que se divorciou ( e deixou para trás, após esse ano fantástico que ela viveu, o conflito de tentar ser a mulher-padrão da sociedade [ e entre as características da dita-cuja: ficar eufórica por ter filhos, sendo que essa euforia é totalmente estranha á autora] e também ser a mulher totalmente diferenciada, ou como ela se referiu, A Louca Tia Liz)!
Não prego a existência exata das crenças religiosas (aliás, não sou dada a nenhuma corrente, pego o que creio ser o melhor oferecida por todas elas), mas, a parte em que ela viaja para a Índia e passa quatro meses no ashram foi a que mais tocou meu coração.
Não acredito que nós devamos deixar a dignidade de lado e ficar dizendo que ama á todos, mas, acredito que o amor é um dos melhores lenitivos humanos. Já que a vida é tão curta, por que não amar? Amar como a autora ama seu sobrinho (o que aliás me lembra de uma tia muito querida por parte de mãe, a qual temos essa forte relação de afeto).
Somente acredito que essa foi uma busca pessoal dela. Não serve para todos, rigorosamente falando. Mas, há sim, muito a ser aproveitado intimamente por cada um, a seu parecer.
Ainda não vi o filme.
E outra coisa: Já tinha vontade de ir para a Indonésia antes, o idioma indonésio me é interessante
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